Os mil olhos da sua infraestrutura de TI. Vigia seus servidores, bancos de dados, links de internet, storages e rede, entre outros — e quando alguma coisa sai da régua que você definiu, o alerta chega no seu celular com o risco explicado e o caminho da solução. Sem depender de alguém olhando painel.
Instalação simples. A equipe da Next instala, cadastra e ativa. Você não precisa configurar nada.
Um agente leve coleta CPU, memória, discos, serviços, bancos de dados, eventos do Windows e hardware. Equipamentos de rede, storages e no-breaks são lidos por SNMP, sem instalar nada neles.
Os limites ficam no cadastro, equipamento por equipamento. O que é normal num servidor de arquivos não é normal num banco de dados — e o ARGUS respeita essa diferença.
São dezenas de regras de alerta rodando a cada ciclo, mais os eventos do Windows já traduzidos para português. Quando um número cruza a régua, vira alerta com nível de urgência.
Urgente vai direto para o celular da equipe, pelo app do próprio ARGUS. No painel, o alerta abre com o risco daquilo e o caminho da solução. Resolveu? O ARGUS confirma sozinho na coleta seguinte.
Quando o ARGUS abre um alerta urgente, a notificação aparece na tela do celular da equipe pelo app do próprio ARGUS — sem depender de WhatsApp, sem grupo, sem intermediário. Você toca e cai direto no servidor afetado.
No painel, cada alerta abre com três coisas: o que foi medido, o risco daquilo continuar como está, e o caminho da solução.

A maioria das ferramentas mostra que alguma coisa está vermelha e para por aí. O ARGUS entrega junto o que aquilo significa no seu negócio e o passo seguinte — escrito para o dono da empresa entender, com o detalhe técnico que o analista precisa.
E o alerta respeita o cadastro: o limite que dispara é o que você definiu para aquele equipamento, não um número fixo de fábrica.

Para quem cuida da TI de várias empresas, o ARGUS entrega a carteira inteira numa tela — sem trocar de sistema, sem trocar de aba, sem uma instalação por cliente.
Cada empresa enxerga apenas os próprios equipamentos. A separação entre clientes é da arquitetura, não de configuração de tela.

Além do estado de agora, o ARGUS guarda a série de cada equipamento. Você vê como CPU, memória, disco e temperatura se comportaram nos últimos dias e semanas.
Problema intermitente — aquele que some antes de alguém conseguir olhar — fica gravado. Quando o cliente liga dizendo "ontem estava lento", a resposta está no gráfico.
E o disco não avisa só quando enche: o ARGUS mostra o quanto ele cresceu por semana e em quantos dias, nesse ritmo, chega no limite. Dá tempo de agir com semanas de antecedência.

Além da vigilância contínua, o ARGUS tem um motor de inteligência artificial que produz um relatório técnico completo do equipamento — você pede no painel e ele analisa o período, cruza as métricas coletadas e escreve o laudo.
É onde entra a análise mais profunda: consulta pesada no banco, índice faltando, memória mal dimensionada, disco lento. O relatório é gerado sob demanda, com a linguagem calibrada para dois públicos no mesmo documento.
Não é só servidor. É a camada de infraestrutura inteira — do disco físico ao banco de dados, do no-break ao link de internet.
CPU, memória, discos, latência de disco, serviços parados, eventos críticos, atualizações pendentes e sistema fora de suporte, temperatura, processos, tarefas agendadas e impressoras.
Carga, memória, discos, serviços, registros do sistema e hardware físico. Agente próprio, com o mesmo painel e os mesmos alertas do Windows.
Máquinas virtuais por host, consumo por VM, estado da replicação entre hosts e alerta quando a réplica entra em estado crítico.
Leitura direta da placa de gerência do servidor — iDRAC da Dell e XClarity da Lenovo: discos físicos, fontes, memória, ventoinhas e temperatura, sem depender do sistema operacional.
Consultas lentas, bloqueios em cadeia, índices sugeridos, tamanho e crescimento dos bancos, falhas de login, memória do banco e o registro de erros do próprio SQL Server.
Conexões, bloqueios, consultas longas, autovacuum, tabelas inchadas, replicação e recomendação de índice medida por tempo real de processamento.
Conexões, consultas lentas, cache, tabelas temporárias em disco, varredura completa de tabela e diagnóstico de lentidão pelas estatísticas do próprio banco.
Transações abertas há muito tempo, distância de sweep, conexões ativas e crescimento do banco — o legado que a maioria das ferramentas se recusa a olhar.
Falhas de replicação entre controladores, contas sem pré-autenticação Kerberos, política de senha frágil, contas bloqueadas e serviços do domínio parados.
Estado dos sites e dos pools de aplicação, e detecção de rajada de falhas de autenticação — separando aplicação com credencial errada de tentativa vinda de fora.
Sessões ativas e desconectadas, modo de licenciamento, CALs instaladas e alerta quando há sessão em uso sem licença configurada.
CPU, temperatura, estado do link WAN, banda real de entrada e saída, perda de pacote por destino, teste de velocidade agendado e queda de internet.
Espaço livre, temperatura, estado dos discos físicos e do SMART, volumes, estado do RAID e velocidade negociada da placa de rede — por SNMP, com o mapa de leitura importado do fabricante.
CPU e memória do equipamento, banda por porta, erros de CRC, portas sem uso, instabilidade de porta e alerta de reinicialização — por SNMP, sem agente.
Carga, nível e autonomia da bateria, tensão de entrada, funcionamento em bateria e aviso de troca preventiva — o equipamento que só é lembrado quando falha.
Pontos de acesso, clientes conectados, uso de canal, interferência e qualidade real de cada conexão medida pela velocidade negociada — não só pelo sinal. Omada e MikroTik CAPsMAN.
Instâncias, bancos gerenciados, balanceadores, certificados, IPs reservados ociosos, regras de firewall abertas e o custo da fatura acompanhado mês a mês.
Dezenas de eventos do Windows já traduzidos para português, em categorias como falha de disco, erro de memória, desligamento inesperado, ataque de força bruta e acesso indevido.
Escopos DHCP perto do esgotamento, resposta do DNS, latência interna e conectividade entre os pontos da rede.
Hardware e software de cada equipamento levantados automaticamente, com registro de mudança: memória trocada, disco novo, programa instalado.
O ARGUS não foi feito para impressionar em demonstração. Foi feito para funcionar na infraestrutura real — com sistema legado, equipe enxuta e orçamento de verdade.
A maioria das ferramentas mostra que ficou vermelho. O ARGUS entrega junto o que aquilo significa para o negócio e o caminho para resolver — em português, sem jargão, para o dono da empresa entender.
Cada equipamento tem sua régua no cadastro. Servidor de arquivos com disco em 85% pode ser normal; banco de dados no mesmo número, não. O ARGUS respeita a diferença em vez de aplicar um número igual para todos.
Coleta e avalia sozinho, ciclo após ciclo, 24 horas por dia. Ninguém precisa lembrar de abrir o painel — quem procura o problema é o ARGUS, e ele avisa você.
Você não administra a ferramenta. Nossa equipe instala, cadastra os equipamentos, ajusta os limites e acompanha os alertas junto com você. Monitoramento como serviço, não como mais um sistema para a sua equipe manter.
Sistema legado de 15 anos, Firebird, servidor físico em armário, rede improvisada, equipe de duas pessoas. O ARGUS foi construído nessa realidade — inclusive no que o mercado se recusa a tocar.
Cada cliente novo traz um equipamento diferente, um sistema legado inédito, uma falha que ninguém tinha visto. Tudo isso vira regra de alerta nova dentro do ARGUS — e chega para todo mundo. O produto que você contrata hoje enxerga mais do que enxergava mês passado. E quando precisar de suporte, você fala com a engenharia que construiu, não com atendente lendo roteiro.
Você tem servidor crítico, mas não tem equipe dedicada a ficar olhando. Quando alguma coisa cai, você descobre pelo usuário reclamando no corredor.
Você cuida de vários clientes e precisa de visão unificada. Hoje descobre o problema quando o cliente liga com o servidor derrubado — e chega sempre depois.
Sua equipe é competente, mas vive no modo reativo: corrige o que já quebrou. Você quer sair disso, mas não tem onde enxergar o que está degradando.
Monitorar a sua infraestrutura significa guardar credencial e receber dado sensível. A plataforma foi construída com isso no centro.
Verificação em dois fatoresAcesso ao painel protegido por autenticador TOTP. Sem o segundo fator não entra, mesmo que a senha vaze.
Credenciais criptografadasToda senha guardada pelo ARGUS — de banco de dados, de equipamento de rede, de nuvem — fica criptografada no banco com chave própria, nunca em texto puro.
Painel em HTTPS com certificado válidoTodo o acesso ao painel, no computador e no celular, trafega em conexão cifrada. Certificado renovado automaticamente.
Cada agente com sua identidadeO agente autentica com um token exclusivo, amarrado ao equipamento onde foi instalado. Token de um servidor não serve em outro.
Isolamento entre clientesCada empresa enxerga apenas os próprios equipamentos. A separação é da arquitetura do sistema, não de permissão de tela.
Proteção contra ataque ao loginBloqueio progressivo por tentativa de força bruta, limite de requisições por origem e proteção contra requisição forjada nos formulários.
Registro de acessoAção administrativa no painel fica registrada. Dá para saber quem alterou o quê e quando.
Dados hospedados no BrasilA plataforma roda em nuvem AWS na região de São Paulo. Seu dado de infraestrutura não sai do país.
Fale com a Next. Em menos de 30 minutos você entende como o ARGUS funciona na sua infraestrutura — e o que custa continuar descobrindo os problemas pelo usuário.
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